Voo de asa-delta

Imagine planar como um falcão a milhares de metros de altura. Embora o ar seja congelante, a visão é estupenda e a solidão é relaxante. Você busca por correntes de ar para manter-se nas alturas para curtir essa sensação por horas. Esta é a experiência do vôo livre com asa delta.

Para saltar, o piloto deve correr um declive para conseguir que o ar se mova para as asas a aproximadamente 24 km/h. Este movimento do ar sobre a superfície da asa gera o levantamento, a força que vai contra a gravidade e a mantém nas alturas. Uma vez nas alturas, a gravidade (o peso da asa delta e do piloto) puxa o aparelho para a Terra e impulsiona a asa delta para frente, o que faz o ar fluir continuamente sobre ela. Além do movimento horizontal do ar, a asa delta pode subir com as correntes de ar, com as massas de ar quente (subida termal) ou com o ar desviado para cima por topografia montanhosa (subida de cume). Conforme a asa delta e o piloto se movem pelo ar, eles colidem com moléculas de ar. A força da fricção causada por essas colisões é conhecida como arrasto, que diminui a altitude da asa delta. A soma de arrasto é proporcional à velocidade aerodinâmica da asa delta: quanto mais rápido ela se mover, mais arrasto ela cria .

Equipamento de asa delta
O equipamento básico para a prática de saltos com asa delta consiste no planador, alça e um capacete. Além disso, alguns pilotos têm instrumentos e um pára-quedas reserva de emergência.

Equipamento de segurança
A peça mais básica do equipamento de segurança é o capacete. Os outros equipamentos de segurança incluem óculos de proteção que, além da proteção, servem para a redução da ofuscação (igual a do óculos de proteção do ski) e um pára-quedas reserva, em geral para vôos de maior altitude (milhares de metros).

Dicas de Escolas em São Paulo

 

Nas Nuvens
Instrutor: Kurt Stoeterau
Atende: São Paulo, Andradas e região
Fone: (11) 260-2914

Dust Devil
Instrutor: Marquinhos
Atende: São Paulo, Atibaia e região
Fone: (11) 7871-7619 / 9906-8961

Pro Delta
Instrutor: Lula Laghi
Atende: São Paulo, Campos de Jordão, Sto Antônio do Pinhal e região
Fone: (11) 868-5848 / 9915-9345

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Voo de parapente

O parapente é um esporte que chama atenção pela sua versatilidade. Logo de cara, algumas pessoas enquadram esta modalidade em “esportes radicais”, mas a verdade é que o parapente pode muito bem ser (e é, na maioria das vezes) o oposto polar do radical.

O parapente é a aeronave que tem a menor velocidade de deslocamento possível. Em termos práticos, isto significa muita suavidade tanto para decolar, pousar, quanto para voar.Na prática, seria como “flutuar sobre o chão”.

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O vôo de ascendente dinâmica

Popularmente chamado de vôo de lift pelos pilotos, este tipo de vôo é praticamente o mais comum, mais fácil e praticado no mundo todo. Consiste em aproveitar o desvio para cima que o vento faz ao passar por uma montanha e utilizar a corrente ascendente resultante para permanecer voando sem perder altura.

É fácil entender, já que o parapente é um tipo de planador e, conseqüentemente, não possui propulsão – ele está sempre descendo se o ar não se move verticalmente. Neste caso, o ar está se movendo para cima forçado pela saliência da montanha criando uma espécie de colchão de ar que serve de sustentação extra para o parapente.

Uma vez que está ventando, a velocidade em relação ao solo é muito baixa (naturalmente quando o piloto voa contra o vento, já que quando voa a favor, tem a velocidade aumentada; veremos isto a seguir), tornando o vôo de lift muito suave e agradável.

É possível, para iniciantes, voar com instrutor.

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